Como trabalha a  INDIBA?

INDIBA®, radiofrequência a 448kHz, promove a regeneração celular e tissular para aliviar a dor, reduzir o incómodo e melhorar o tónus e a vascularização dos músculos na região pélvica 1-7.

  • Não invasiva
  • Repara o bem-estar da zona íntima
  • Frequência estável a 448 kHz
  • Indolor
  • Resultados duradouros
  • Seguro
  • Extensa bibliografia de estudos clínicos
  • Tratamento apto para fases agudas e crónicas
  • Efeitos biológicos comprovados com RFMCP a 448kHz de INDIBA 1-27

 

Em que condições é eficaz o tratamento INDIBA?

Alívio da dor e os sintomas associados 25-27

  • Vulvodinia
  • Endometriose
  • Líquen vulvar
  • Atrofia endométrica
  • Híper flacidez vaginal
  • Fibrose uterina

Estética genital

  • Rejuvenescimento externo
  • Rejuvenescimento intra-cavitário

Aceleração da recuperação tissular 6,8-19,24

  • Pós cirurgia genital
  • Pós-parto abdominal/genital
  • Feridas e rompimentos

Previne a hipertrofia e a retração cicatricial 6,8-19

  • Pós-parto genital/abdómen
  • Cicatrização

Melhora a vascularização do tecido 19-23

  • Híper flacidez vaginal
  • Melhorar a qualidade do tecido uterino

Estimula a lubrificação 25

  • Dispareunia
  • Secura vaginal
  • Atrofia vulvovaginal

Reduz o risco de edemas e hematomas

  • Pré-cirurgia genital
  • Pós-cirurgia genital

Melhora a qualidade de vida 24-27

  • Vaginismo
  • Atrofia vulvovaginal
  • Incontinência urinaria de stress
  • Dispareunia

 

Como trabalha INDIBA nas células?

Ativação fibroblastos

  • Neocolagénese 8-17
  • Neoelastogénese 17-19

Circulação sanguínea

  • Neoangiogénese (pela melhoria no trofismo) 19-22
  • Microcirculação 21
  • Vasodilatação 23

Qualidade do tecido vaginal

  • Elasticidade tissular 19
  • Retenção de água na mucosa vaginal14 Difusão de DHEA* 19,23

Relevância clínica

  • Aumento significativo da proliferação celular por ativação seletiva de proteínas (p-ERK) 5
  • Incrementa significativamente o colagénio tipo II e os glicossaminoglicanos 2
  • Previne a cicatrização anormal ou cronificação 6
  • Estimula a lubrificação, melhora a elasticidade vaginal, refirmação e o índice de saúde vaginal 24-25
  • Diminui a dor e melhora a qualidade de vida dos pacientes com dor pélvica crónica 25

 

Produtos

 

Referências

1. Hernández-Bule ML, et al. Electromagn Biol Med. 2021;27:1-15. 2. Hernández-Bule ML, et al. Journal of Stem Cell Research & Therapy. 2017;7(12): 10. 3. Hernández-Bule ML, et al. Cell Physiol Biochem. 2014;34(5): 1741-55. 4. Yokota Y, et al. J Nov Physiother. 2017;07(01). 5. Hernandez-Bule ML, et al. BMC cancer. 2019;19(1):889. 6. Hernández-Bule ML, et al. Electromagn Biol Med. 2021;40:338-52.  7.  Marie-Anne  D.  Dermatology,  oculoplasty  and  post  laser surgery recovery. AMWC; Monaco 2015. 8. Simmons B, et al. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2014;7:335-39. 9. Choi S, et al. Annu Int Conf IEEE Eng Med Biol Soc. 2013;2013:3761-4. 10. El-Domyati M, et al. J Am Acad Dermato. 2011;64(3):524-35. 11. Elsaie, ML. Indian J Dermatol. 2009;54(3): 201-5. 12. Clark Z. J Cosmet Laser Ther2017: 1-5. 13. Lordelo P, et al. Int Urogynecol J. 2016;27(11):1681-7. 14. Magon N, et al. J Obstet Gynaecol India. 2016;66(4): 300-2. 15. Millheiser LS, et al. J Sex Med. 2010;7(9): 3088-95. 16. Vicariotto F, et al. Minerva Ginecol. 2017;69(4): 342-9. 17. Hantash BM, et al. Lasers Surg Med. 2009;41(1): 1- 9. 18. McDaniel D, et al. J Drugs Dermatol. 2014;13:1112–7. 19. Karcher C, et al. Int J Womens Dermatol. 2016;2(3): 85-8. 20. Qureshi A, et al. Aesthetic Surgery Journal. 2018;38(3): 302–11. 21. Leibaschoff G, et al. Female Genital Plastic and Cosmetic Surgery. 2016: 138-53. 22. Krychman M, et al. Journal of Sexual Medicine. 2017;14(2): 215-25. 23. Vicariotto F, et al. Minerva Ginecol. 2016;68(3): 225-36. 24. Calleja J, et al. Gin Pract. 2021;80(1):6-13. 25. Carralero-Martinez A, et al. Trials. 2021;22(1):356. 26. Fernández-Cuadros ME, et al. Rehabilitación. 2020;54(3):154-61.

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